Pela nossa experiência recomendamos não pegar metrô em horário de pico, isso seja em qualquer lugar, mas principalmente fora do seu país.
Durante nossa estada em Buenos Aires tivemos o apoio dos amigos e amigas o que nos possibilitou compartilhar algumas vivências, umas muito boas outras não tanto.
Na conferencia de História Oral o grupo ficou junto e um assistiu a apresentação de trabalho do outro, assim, estivemos na mesa 13 – Pueblo originarios, memoria, política e História Oral na terça feira dia 04 na casa do Historiador onde o Iremar apresentou o trabalho dele: La Vida por um Hilo em el Bosque.
Minha apresentação: Amazonas: mujeres guardianas de la tradición oral de una comunidade afectiva foi na sessão 15 – Subtema Género, memoria y política – e contou com a presença de meus amig@s do NEHO.
Marcel, Vanessa Generoso e Vanessa Rojas apresentaram na sexta feira dia 07 na mesma mesa com o subtema- Migraciones, memorias de exilio, diásporas, y la huella de las fronteras en la memoria.
Marcel tratou sobre sua pesquisa de História de vda com futebolistas Brasileiros que jogam em países europeus.
A Vanessa Generoso apresentou a pesquisa dela sobre A imigração Boliviana em São Paulo e a Vanessa Rojas abordou sobre sua pesquisa com imigrantes Chilenos em Campinas.
Um dos melhores momentos do encontro de história oral em Buenos Aires foi a conferencia de encerramento acompanhada de concerto da orquestra de Buenos Aires, tango e coquetel na Usinada Arte En La Boca.
No percurso para o Oblisco onde todos da conferencia de História Oral iam descer; nós da Amazônia cantamos músicas brasileiras e latinas começando com do comandante Che Guevara, depois com a do Chico Mendes (Se plantar não dá... O peixe tá morrendo... Até pinga da boa tá difícil de encontrar... Sem faltar uma toada de boi falando das etnias indígenas da Amazônia e finalizando com Caminhando e cantando e Seguindo a canção... Somos todos iguais braços dados ou não... O legal que provocamos um intercâmbio musical com a participação dos jovens da Patagônia, quebrando dessa maneira o clima de formalidades... Nós da Amazônia não deixamos de gritar “viva os rios da Amazônia sem barragens” não faltando também a contraposição com a fala de alguém” sem barragem não tem energia” e nos é claro continuamos” Rio com barragens só traz morte! Morte de los pueblos originales, del Rio, de la floresta, de tudo”... E assim, fomos descendo de lo bus, pois já havia chegado em el obelisco, onde recebemos o carinho de los chicos e chicas de la Patagônia que pediram para sacar una foto com nossa comitiva brasileira (neho simpatizantes – SP- RO-Manaus).
No fim de tudo valeu a vivência!!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário