Este espaço foi criado para que eu possa escrever quando eu bem entender,sem prazo e sem se preocupar com as regras acadêmicas... embora, aqui também não haja uma liberdade para escrever tudo o que se bem entende. Sempre há um interdito do que pode e do que não pode ser dito.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
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CinemaArtes: III MOSTRA PAJÉ de FILMES INDÍGENAS março/abril 20...: PAJÉ FILMES: Coletivo audiovisual indígena em Minas Gerais, desde 2008. O pajé é detentor de uma "arte de dirigir sonhos". O cinema é ritu...
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
SEM FRONTEIRAS: POESIA DAS IMAGENS DA DESTRUIÇÃO NO RIO MADEIRA......
SEM FRONTEIRAS: POESIA DAS IMAGENS DA DESTRUIÇÃO NO RIO MADEIRA......: Caros e Caras... cada ida ao bairro Triângulo, território dos excluídos dos seringais, da estrada de ferro, dos garimpos, de serviços púb...
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
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SEM FRONTEIRAS: JUSTIÇA SEJA FEITA...: BANZEIROS - TAC proposto por MPs garante custeio de moradia a atingidos por erosões provocadas pela Usina - Rondoniaovivo.com Obs.: Mais ...
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Triste, triste, muito triste...
Casas condenadas
desmontadas
Seus donos foram obrigados a abandonar suas casas para salvar suas vidas físicas, mas deixam sua história, seu canto, suas plantas, seu espaço afetivo para trás.
pedaços deixados para trás
desmoronamentos de vidas
moradora indignada pede providência das autoridades
Vidas empacotadas
deslocamentos forçados
movimentos de carros de mudanças no bairro
Caminhões à espera de mudanças
No silêncio de suas casas ameaçadas embalam suas vidas, muitos estão desnorteados sem acreditar que tudo isso está acontecendo.
Hoje depois do programa: Vozes da Amazônia, eu e Iremar fomos ver de perto a situação de calamidade vivida por familias no bairro Triângulo, um bairro histórico da cidade de Porto Velho formado por ex trabalhadores da Ferrovia Madeira Mamoré, os Barbadianos, composto por diferentes famílias que matem a identidade e religiosidade de suas tradições e por familias ribeirinhas que viviam em espaços de seringais que se deslocaram para a cidade na decada de 60 após a decadência da borracha. Esse bairro atravessado pela estrada de ferro e as margens do rio madeira está condenado a ter grande parte dele desmoronada. Ao caminhar pelos trilhos da ferrovia nos deparamos com casas desocupadas, marcadas com um X vermelho como sinal da sua condenação ao desaparecimento. Seus moradores foram levados para hotéis, suas coisas para um depósito, os gatos, os cachorros, as galinhas, os pintinhos foram deixados. Ainda há algumas famílias empacotando a mudança, do outro lado dos trilhos os moradores estão inseguros, não sabem se suas casas também serão comprometidas. Ao caminhar em frente as casas percebíamos a preocupação das famílias, as conversas eram sobre a tristeza de ver seus vizinhos sendo obrigados a saírem de suas casas, as imagens das casas penduradas no barranco nos choca, o olhar das pessoas é de tristeza, desconçolo, alguns nos comprimentam e dizem: "que triste né?" É só isso que conseguimos sentir tristeza, indignação. Para mim que nasci naquele bairro, andei por aqueles lugares, corri e pulei nos trilhos, conheci pessoas, fiquei com o choro entalado na garganta... Tenho chorado com todas essas cenas desde quando nossos amigos ribeirinhos do outro lado rio Madeira tiveram suas casas derrubadas pela empresa hidrelétrica, mas apesar da dor compartilhada com quem está vivendo esse pesadelo real, eu sei que a dor deles é maior, quem tem sentido mais são os idosos. Uma senhora nos disse que nem dorme mais com tanto medo de desmoronar tudo, outra enquanto arruma suas coisas para ser retirada da sua casa desabafa sua angustia por estar saindo de sua casa que construiu com sacrificios e agora sair sem nenhuma garantia de ter outra casa que corresponda a sua. Diante de tantas perdas os moradores pedem providências do ministério público federal.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
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sábado, 14 de janeiro de 2012
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SEM FRONTEIRAS: INDÍGENAS ISOLADOS PERTO DE USINAS DO MADEIRA AMEA...: Funai vê indícios de tribo isolada perto de área de construção de usinas. Se confirmada, aldeia ficará a 30 km de usinas de Jirau e Santo ...
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